Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

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Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Viajante, o Cruzado em Seg Mar 25, 2013 6:28 pm

Saudações, Dragões!

Embora não sejamos uma guilda RP total, nós apoiamos a interpretação de papeis.

Mas o que é RP/Roleplay/IP/Interpretação de Papeis

Roleplay é interpretar seu personagem. Quando os personagens se encontram, eles conversam como gente "real"; não é o jogador falando, e sim o personagem, com suas próprias emoções, história e personalidade. Por exemplo, todos os personagens acima são meus, mas com cada um tem uma história e uma personagem, e cada tem um jeito de falar, de rir e reagir a situações.

Quando você quer falar como jogador e não como personagem |(para dar dicas de jogo ou pedir licença para sair), usa-se algum tipo de notação para diferenciar a fala (em geral, parênteses).

Em chat de guilda ou outra conversação que não simula uma realidade (como sussurrar ou falar em canal de grupo para personagens que estão do outro lado do mundo), em geral a gente mistura RP e não-RP (por exemplo, você fala como personagem, mas dá dicas de jogo), mas isso é proibido ao usar a conversação pessoalmente entre os personagens. Alguns personagens podem conversar à distância usando telepatia, feitiços, rituais ou alguma outra desculpa plausível (gnomofone?)

Eventos de RP giram em torno de alguma história. Em geral são reuniões de personagens para discutir assuntos e conversar como personagens e não jogadores, mas podem conter ação, ou até misturar atividades de jogo (como ir numa masmorra), mas sempre o foco é na história.

E como podemos fazer nosso RP?

O propósito deste tópico é inicialmente ver quem está interessado e trocar ideias sobre possíveis eventos RP (embora adore fazer RP, não tenho experiência com eventos desse tipo). Ter uma lista de personagens dispostos ao RP já é um bom começo.

Da minha lista de personagens, posso dizer:

  • Viajante - (paladino humano 90) Um veterano da Segunda Guerra que renunciou aos próprios bens e nome para adentrar na Ordem do Punho de Prata;
  • Mystaluna - (sacerdotisa elfa noturna 90) Uma sacerdotisa de Eluna cuja curiosidade a fez se aventurar longe de suas terras ancestrais;
  • Malaísa - (maga gnomida 83) Uma megalomaníaca que foi exilada de Dalaran e busca um caminho para si (mesmo sem saber disso), e no fundo esconde muitas fragilidades;
  • Mandrágora - (cavaleira da morte humana 63) Antiga pupila de Viajante, ao contrário dele (que partiu com Jaina para Kalimdor na Terceira Guerra) permaneceu em Lordaeron para lutar contra o Flagelo - e foi morta e reerguida pelo Lich Rei. Atualmente está inativa (reacostumando com a nova vida após livrar-se do julgo de Arthas), mas ocasionalmente pega em armas quando crê que a causa é justa. Tem sérios problemas de depressão e pessimismo.
  • Dunsharr - (xamã anão 30) Um membro do Clã Martelo Feroz, Dunsharr é um mercenário bon vivant que quer apenas provar sua força e coragem viajando mundo afora.

    E da Horda:

  • Alamara - (elfa sangrenta caçadora 90) Patrulheira de Quel'thalas e antiga paixão de Viajante, Alamara se vê constantemente dividida entre a lealdade ao seu povo - que uniu-se à Horda - e suas próprias convicções, que muitas vezes a levam a questionar sua lealdade. Alguns membros da Horda a consideram uma traidora.
  • Uraman - (orc guerreiro 76) Um ancião que participou de quatro guerras, aniquilando os Draenei, conquistando Ventobravo, marchando contra Lordaeron e lutando contra os mortos-vivos, Uraman foi na juventude um bárbaro cruel e sem escrúpulos. A idade (e as memórias terríveis do passado) o tornaram mais manso, mas um tanto fatalista (e rabugento). Incrivelmente leal ao seu povo, tem grande desdém pelas raças da Aliança.
  • Ereshkighul - (morto-vivo bruxo 15) Reerguido recentemente, este bruxo, um Renegado de segunda geração, tem uma mente claramente insana, um ódio profundo por seu passado e algum tipo de desejo mortal de vingança contra um certo paladino dos Dragões Púrpura...
  • Quaesitor - (elfo sangrento ladino [personagem em criação, nível 1]) Patrulheiro novato, Quaesitor acaba de receber sua primeira grande missão: investigar os indícios de que Alamara - também uma Andarilha de Quel'thalas - possa ser uma traidora. Ele ainda tem um longo caminho pela frente antes de conseguir encontrá-la, contudo...


Quem encontrar qualquer um deles por aí, sinta-se à vontade para interpretar!


Última edição por Viajante, o Cruzado em Ter Mar 26, 2013 7:37 am, editado 1 vez(es)

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por trollolloo em Seg Mar 25, 2013 8:47 pm

salve irmaos e irmas.

Venho apresentar um breve resumo da minha historia...

Fui criado por criaturas diferentes, por isso do nome estranho.
Me ensinaram muitas coisas, porem outras nao dominei, sendo assim
sou um misto de falhas e sucesso. Encontrei nos dragoes purpura uma forma de
dominar meu odio pelas criaturas que mudaram meu destino para sempre, assim tendo
capacidade de buscar uma vingança mais direcionada e racional, encontrando e punindo
apenas os responsaveis, diferentemente das minhas ações passadas. Pandaria me
ensinou muitas coisas que coloco em pratica até hoje.

este sou eu, redenção e vingança. Perdão e pecado.
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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Liezel, A Luz da Aurora em Ter Mar 26, 2013 7:29 am

Oba!

Eu adoro. RP, tenho tentado fazer desde meus primeiros dias de WoW. Cheguei a procurar alguns grupos, mas nunca realmente me consolidei em nenhum, quando entrei para a guilda, já tinha uma história mais ou menos traçada com a Liezel (que estou escrevendo para postar aqui em breve!)

Mais tarde vou postar um pequeno resumo das minhas meninas, e algumas ideias que tenho tido para fazermos uma "mini-lore" com quem se interessar em participar!
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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Liezel, A Luz da Aurora em Qua Mar 27, 2013 12:41 pm

Liezel: Uma jovem (nos padrões draenicos) draenaia sacerdotisa, que longe de casa e de tudo que um dia amou, tenta reconstruir sua história. Pouco fala sobre seu passado e sua tragetória até a chegada à Ordem dos Dragões. Sua Fé na Sagrada Luz é sua força, de fala mansa e grande carisma, tenta trazer um pouco de paz por onde passa, às vezes, ingenua demais acaba se metendo em situações complicadas.

Nakine "Orvalho da Manhã": Taurena druida, após o massacre ao seu povo, Nakine enterrou seus próprios irmãos, um a um. Seu nome, antes 'Mitena' (significa orvalho da manhã) foi mudado para Nakine (Esperança). Filha de um velho Xamã Tauren que após a perda de seus entes reclusou-se, apenas aceitando ver Nakine, a Taurena é um poço de energia, é difícil saber quando está falando sério ou quando está de sarcasmo (praticamente sua segunda língua), apesar do grande coração, a druida carrega uma dor tão grande quanto, que não revela a ninguém. Teme o futuro do seu povo na atual Horda, e busca encontrar o destino que lhe foi revelado pela Grande Mãe Terra.

Nadia 'Schwazer': Bruxa humana mistériosa, fala pouco e pergunta muito... Difícil saber o que realmente procura.

Neriserris: Elfa noturna monja, reclusa e desconfiada, ainda não decidida da função que deseja exercer. Desconfia muito dos "não-elfos."

"Silentall": Draenaia paladina, recém aceita no Punho de Prata, como não fala com ninguém, foi "apelidada" de Silentall, tem um olhar distante, mas muita determinação. (Personagem inicial, ainda em evolução.

Kaäelye: Xamã trollesa em contrução.
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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Rapultinsky em Qua Mar 27, 2013 9:46 pm

Eu também sou vidrado em RP e me esforço diligentemente em não sair de meus personagens.... kkk Segue um resumo dos meus

Rapultinsky: Filho de um conhecido famoso Gnomo Bruxo, viveu muitos anos à sombra dos feitos de seu pai até a catástrofe em gnomegran onde ganhou notoriedade pela engajada ajuda aos times de resgate.
Decidido a se tornar tão grande quanto seu pai, assunto alias no qual pouco fala, saiu eplo mundo, por muitos anos permaneceu sozinho, Cunhou pra si mesmo a alcunha, "o rubro", motivo pelo qual só usa peças vermelhas. É muito estudioso e gosta de flas pomposas e rebuscadas, mas é simples de alma e humilde de coração.
Em uma de suas aventuras Antes de conhecer os dragões se viu em grandes dificuldades no Monastério Vermelho, onde foi salvo por Liezel, a luz da Aurora, dívida que nunca esqueceu, passando a desenvolver uma fascinasção quase fanática pela Draenei Sacerdotiza.
Após os eventos do Monastério vagou por Azeroth à procura de sua salvadora, e Inclusive uniu-se à Cruzada Argêntea.
Foi quando conheceu Elinliel. Ambos tornaram-se muito amigos, quando Elinliel entrou para os Dragões Púrpura Rapultinsky também uniu-se à eles jurando vassalagem ao Rei Púrpura. Qual não foi sua surpresa ao encontrar ali, sua salvadora que tanto amava. Dedica-se hoje a estudar e fortalecer para ajudar sua Guilda.

Elinliel: Noctielfo druida, bastante recluso e outrora um preconceituoso, passou seus longos anos de vida apenas entre seu povo, não tendo se envolvido em nenhuma das guerras, nem se importanto com assuntos que não dissessem respeito à sua raça. Extremamente devoto de Eluna, foi em uma de suas muitas peregrinações ao diversos templos da deusa que conheçeu Sua majestade o Rei Púrpura. O encontro Marcou-o profundamente, pois ele viu em primeira mão os bons tratos que o Rei, apesar de ser elfo, mantinha com os membros de outras raças que o serviam, profundamente perturbado com o encontro meditou por mais alguns anos apra combater seus próprio preconceitos até que quando se sentiu pronto, uniu-se ao Dragões e jurou Vassalagem ao Rei Barenn.
Sempre formal e respeitoso, nunca perdeu os hábitos dos de sua raça. Tem um irmão que desapareceu na guerra contra os mortos vivos enquanto combatia pela Cruzada Argêntea, seu paradeiro é desconhecido, foi por sua causa que deixou o lar ancestral de seu povo e viajou para as terras pestilentas, onde conheceu, quem viria a se tornar um grande amigo seu, Rapultinsky, o auto nomeado "rubro".
Desde que se uniu aos Dragões procura aperfeiçoar seus dons como Alfaiate e Encantador e se fortalecer para melhor servir Rei Barenn. Tem como sonho reencontrar seu irmão desaparecido ou saber o que houve com ele.



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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Rapultinsky em Qua Mar 27, 2013 9:47 pm

há mais alguns em construção, mas só vou portar depois que estiverem prontos
=P
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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Viajante, o Cruzado em Qui Mar 28, 2013 6:06 pm

Temos mais roleplayers do que isso, e gostaria que se manifestassem.

E alguma ideia/sugestão de eventos?

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Barenn, Rei Púrpura em Qui Mar 28, 2013 6:59 pm

Barenn:

Um Elfo Noturno que desde cedo se interessou pelas artes arcanas, tendo dedicado-se ao extremo para dominar a sua arte. Sua grande ascensão ocorreu durante o período do Cataclisma, no qual tomou parte da Vanguarda dos esforços para derrotar o temível Asa da Morte. Trata indivíduos de qualquer raça igualitariamente, entretanto tem pouca paciência para assuntos mais mundanos. Em seu desejo de cada vez mais influenciar os eventos de Azeroth, funda os Dragões Púrpura, Ordem que aspira a força,sabedoria e nobreza dos grandes dragões. Honra e Glória são os imperativos da Ordem, que tem o Púrpura da nobreza e realeza como a sua cor principal.

Ishfar:

Um pacato habitante de Darnassus, que sempre praticou o druidismo ajudando pessoas e animais encontrados em suas peregrinações. Com o advento do Cataclisma, ficou horrorizado com toda a destruição e morte inflingida aos seres vivos, tomando a decisão de deixar a sua vida de contemplação e participar ativamente do destino dos seres de Azeroth e além. Auto intitula-se O Arauto da Vida/Protetor da Vida




Última edição por Barenn, Rei Púrpura em Sab Mar 30, 2013 1:13 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Nhara em Sex Mar 29, 2013 5:01 pm

Nhara / Belladona se apresentando. Eu jogo rpg, numa mesa que valoriza interpretação,então pra mim já é natural agir em rp. Nos juntamos aos Dragões por ter gente que gosta de rp e/ou tem interesse nisso. Tenho uma história pra Nhara, minha draenei caçadora e ainda trabalho na da Belladona.

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Viajante, o Cruzado em Dom Mar 31, 2013 8:09 am

Foi criado um novo sub-fórum: a Taverna!

Este sub-forum é dedicado a RP e tem a função de relatarmos as aventuras de nossos personagens, transmitir notícias "dentro de jogo" e facilitar a criação de eventos RP.

Vou manter esse tópico como um sinalizador: entre aqui para manifestar interesse em RP, e entrem lá para interpretar.

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Fennyon em Seg Abr 01, 2013 9:21 am

Jogo RPG de mesa há muitos anos, focado e interpretação, e joguei bastante por fórum e chat também. Nunca fiz RP no WoW, então nem faço ideia de como funciona, apesar de ter procurado gente pra RP desde que comecei.

Personagens:

Fennyon: Elfo Noturno que sempre demonstrou uma forte ligação com as forças naturais de Azeroth até se voltar ao estudo do druidismo. Tem grande respeito pela forma "natural do mundo", e por isso tem pouca paciência e dá pouco valor à política e outras questões que considera "artificiais" e "falsas". Sua ligação com a Aliança vem do esforço de proteger Azeroth contra a Legião e seus lacaios, em um primeiro momento representados pela Horda.
Apesar de evitar preconceitos com a Nova Horda e ter certo respeito por Thrall, não consegue perdoar os Orcs pela morte de Cenarius e pela devastação desnecessária que causam às florestas de Kalimdor, caçando-os e expulsando-os sempre que pode.
Viaja por Azeroth buscando maior conhecimento das forças naturais do mundo, para com elas aprender e protegê-las. Tem um coração bom e honesto, mas sua visão de mundo o torna um pouco distante dos assuntos mundanos e daqueles que se preocupam em demasia com eles.

Ordred: Ordred cresceu nos Campos de Concentração após a Segunda Guerra, ouvindo histórias sobre a glória e a honra dos orcs, enquanto via seu povo cativo e alquebrado no confinamento. Com a rebelião de Thrall e a formação da Nova Horda, o jovem viu seu sonho de lutar pelo bem dos orcs alcançar glória em batalha se realizar, se alistando a serviço de Orgrimmar e seguindo com intensidade quase fanática os desígnios do Chefe Guerreiro. Porém, não era adepto das inclinações conciliadoras de Thrall, preferindo seguir a liderança de Garrosh em Nortúndria.
Lá, porém, ao lutar ao lado da Aliança contra o Lich Rei, viu seus sentimentos de superioridade dos orcs e seu rancor pela Aliança se confundirem, ao presenciar a coragem e a honra de seus ditos inimigos.
Os anos passaram e não diminuíram a lealdade de Ordred à Horda, porém seus sentimentos para com a Aliança não são tão claros, e as atuais atitudes de Garrosh apenas contribuem mais para as dúvidas do orc sobre a honra de suas atitudes e sua lealdade ao Chefe Guerreiro.

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Gupamplona em Seg Abr 01, 2013 7:26 pm

Olá,

Não sou adepto do RP, apesar de achar interessante a forma que os personagens são tratados.
Me questiono no seguinte: Como funciona a evolução dos personagens RP num mundo não RP? Por exemplo: Missões que não condizem com a história criada em torno do personagem, mas que no fim, precisam ser feitas para prosseguir com a lore?
Posso citar algumas missões que há em nortúndria. Auxiliei o pessoal da DruiPA (protetores dos animais), e logo após, alguns gnomos me pediram para matar alguns animais para pegar seu couro. Por não ser RP, fiz de boa, mas, talvez para alguém que segue uma linha RP, e que auxilie a "DruiPA", sacrificar os animais não seria correto, entenderam? Este tipo de missão, se não fosse realizada, não abriria outras.

Fica aqui minha dúvida para quem parte para este tipo de aventura RP.

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Viajante, o Cruzado em Seg Abr 01, 2013 7:38 pm

Gupamplona escreveu:Olá,

Não sou adepto do RP, apesar de achar interessante a forma que os personagens são tratados.
Me questiono no seguinte: Como funciona a evolução dos personagens RP num mundo não RP? Por exemplo: Missões que não condizem com a história criada em torno do personagem, mas que no fim, precisam ser feitas para prosseguir com a lore?
Posso citar algumas missões que há em nortúndria. Auxiliei o pessoal da DruiPA (protetores dos animais), e logo após, alguns gnomos me pediram para matar alguns animais para pegar seu couro. Por não ser RP, fiz de boa, mas, talvez para alguém que segue uma linha RP, e que auxilie a "DruiPA", sacrificar os animais não seria correto, entenderam? Este tipo de missão, se não fosse realizada, não abriria outras.

Fica aqui minha dúvida para quem parte para este tipo de aventura RP.

Gu, infelizmente o esquema de missões (e outros aspectos do jogo) não auxiliam o RP mesmo.

Em geral, eu faço as missões. Se a missão condiz com o personagem, dá até mais ânimo, a gente imagina as reações e pensamentos do personagem, e isso empolga.

Agora, quando a história não tem nada a ver, simplesmente assumo que o personagem está apenas ouvindo um relato dela. Em outras palavras, faço a missão para ver a história, e racionalizo que o personagem não cometeu aqueles atos.

A gente precisa de um pouco de imaginação às vezes. Como, por exemplo, dois personagens podem fazer a mesma missão em momentos diferentes? Por exemplo, eu fiz as missões dos Shado-pan nas Estepes de Taolong com o Viajante (Aliança) e a Alamara (Horda). Às vezes racionalizo que um personagem só ouviu a história e o outro a viveu, mas neste caso eu imaginei que os dois fizeram juntos, e essa proximidade fez com que reatassem um antigo romance (parte do background desses). Mais tarde, quando vieram as missões da Muralha de Escudos contra a Ofensiva da Dominância, o conflito "Aliança vs Horda" os separou de novo.

Outro exemplo é a ordem das missões. Os eventos dos níveis 1-60 são do Cataclysm, ou seja, posteriores aos eventos dos níveis 60-70 (TBC) e 70-80 (WotLK), então racionalizei que nesses níveis o VJ, a Mystaluna e Alamara estavam relembrando histórias do passado deles, pois eles teriam lutado contra a Legião, Illidan e o Lich Rei bem antes de viajarem o mundo consertando os problemas causados pelo Cataclismo.

É um exercício de criatividade. Quando se acostuma, dá até outro nível ao jogo.

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Gupamplona em Ter Abr 02, 2013 9:36 am

Viajante, o Cruzado escreveu:
Gupamplona escreveu:Olá,

Não sou adepto do RP, apesar de achar interessante a forma que os personagens são tratados.
Me questiono no seguinte: Como funciona a evolução dos personagens RP num mundo não RP? Por exemplo: Missões que não condizem com a história criada em torno do personagem, mas que no fim, precisam ser feitas para prosseguir com a lore?
Posso citar algumas missões que há em nortúndria. Auxiliei o pessoal da DruiPA (protetores dos animais), e logo após, alguns gnomos me pediram para matar alguns animais para pegar seu couro. Por não ser RP, fiz de boa, mas, talvez para alguém que segue uma linha RP, e que auxilie a "DruiPA", sacrificar os animais não seria correto, entenderam? Este tipo de missão, se não fosse realizada, não abriria outras.

Fica aqui minha dúvida para quem parte para este tipo de aventura RP.

Gu, infelizmente o esquema de missões (e outros aspectos do jogo) não auxiliam o RP mesmo.

Em geral, eu faço as missões. Se a missão condiz com o personagem, dá até mais ânimo, a gente imagina as reações e pensamentos do personagem, e isso empolga.

Agora, quando a história não tem nada a ver, simplesmente assumo que o personagem está apenas ouvindo um relato dela. Em outras palavras, faço a missão para ver a história, e racionalizo que o personagem não cometeu aqueles atos.

A gente precisa de um pouco de imaginação às vezes. Como, por exemplo, dois personagens podem fazer a mesma missão em momentos diferentes? Por exemplo, eu fiz as missões dos Shado-pan nas Estepes de Taolong com o Viajante (Aliança) e a Alamara (Horda). Às vezes racionalizo que um personagem só ouviu a história e o outro a viveu, mas neste caso eu imaginei que os dois fizeram juntos, e essa proximidade fez com que reatassem um antigo romance (parte do background desses). Mais tarde, quando vieram as missões da Muralha de Escudos contra a Ofensiva da Dominância, o conflito "Aliança vs Horda" os separou de novo.

Outro exemplo é a ordem das missões. Os eventos dos níveis 1-60 são do Cataclysm, ou seja, posteriores aos eventos dos níveis 60-70 (TBC) e 70-80 (WotLK), então racionalizei que nesses níveis o VJ, a Mystaluna e Alamara estavam relembrando histórias do passado deles, pois eles teriam lutado contra a Legião, Illidan e o Lich Rei bem antes de viajarem o mundo consertando os problemas causados pelo Cataclismo.

É um exercício de criatividade. Quando se acostuma, dá até outro nível ao jogo.

Ficou claro! No fim temos que "rebolar" um pouco pra fazer a história acontecer. Já jogaste em servidor dedicado ao RP mesmo? Tem algum "facilitador" pra que a história se desenrole?

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por trollolloo em Ter Abr 02, 2013 2:01 pm

Galera, isso foi postado por lucas marmitt no grupo do facebook...

http://us.battle.net/wow/pt/forum/topic/8521562682

gostei bastante da ideia, assim que entrar hoje no game, irei testar !!!

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Viajante, o Cruzado em Ter Abr 02, 2013 6:00 pm

trollolloo escreveu:Galera, isso foi postado por lucas marmitt no grupo do facebook...

http://us.battle.net/wow/pt/forum/topic/8521562682

gostei bastante da ideia, assim que entrar hoje no game, irei testar !!!


Isso é interessante, obrigado!

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Gupamplona em Qui Abr 04, 2013 8:46 pm

Gostei da idéia. Criei e vou contar a história do meu personagem então:

SAMALAEL:
"Orfão desde cedo, Samalael perdeu seus pais, o Guerreiro Galiel e a Druida Tarin, ambos dedicados a causa dos Kaldoreis, na batalha contra Arthas e a Scourge em defesa da cidade de Quel'thalas, batalha esta onde caiu a famigerada General Arqueira Sylvanas Correventos.
Sem seus pais para lhe ajudarem, o qual só veio a conhecer na vida adulta por histórias incompletas de velhos Elfos, Samalael teve que aprender a sobreviver desde cedo. Com a caça de pequenos animais para suprir suas necessidades, aprendeu a arte de esfolamento e couraria.
Pelas estradas por todo Azeroth e grandes cidades, utilizava-se de sua capacidade de passar despercebido, para roubar viajantes, mercadores, comitivas, soldados e quem mais estivesse desatento, levando desde cesto de alimentos até baús de tesouros. Ou seja...um LADINO.
Sempre solitário, nunca confiou em ninguém. Preferia viver solitário. Nunca foi dedicado a causa nenhuma a não ser a própria de sobrevivência. Não era partidário de nenhuma facção, apenas protegia-se de quem o atacasse, fosse orc ou humano, Horda ou Aliança. Mercenário, cupria missões por dinheiro, independente do serviço a ser feito.
Sua história muda, quando certo dia no Pântano Vadeoso, aguardando para roubar alguma vítima desapercebida, uma comitiva de nobres Elfos Noturnos que deslocavam-se para Theramore, é atacada por um grupo de batedores Orcs. No instinto de salvar sua raça, Samalael e o pequeno grupo de soldados Kaldoreis desta comitiva, eliminaram os Orcs inimigos. Pronto para retirar-se dali, Samalael é interrompido por uma das Elfas entre os nobres desta comitiva, sendo ela, ninguém menos do que a Alta-sacerdotisa Tyrande Murmuréolo. Admirada pelas habilidades do ladino, ela parabeniza-o e convida-o para juntar-se a comitiva, afim de defender os interesses de Darnassus e da Aliança. Envergonhado, Samalael conta-lhe da vida errônea a que tem passado. Tyrande, tomada de compaixão e entendendo a falta que seus pais fizeram em sua criação, perdoou-lhe e determinou como pagamento de suas falhas, que este vestisse o tabardo de Darnassus e demais aliados, para combater o mal que assola Azeroth. Orgulhosamente Samalael cumpre seu papel até hoje, defendendo as causas da Aliança.

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Drienna, a não-viva em Dom Abr 07, 2013 1:47 pm

Drienna, kel'dorei amaldiçoada com a não-viva, estripada de seu passado altaneiro e colocada a segurar uma espada-rúnica, escravizada, libertada por Tirion Fordring, mas que, como muitos de seus irmãos em dor, fazendo exatamente o que o Lich Rei os fez para fazer: Matar, se vingar, e sentir apenas os piores sentimentos possíveis. Como uma elfa da noite, ela sente vergonha e depressão por seu estado não-vivo, mas mais importante que isso, ela possui um imenso medo da morte-final, tendo passado por ela e retornado, preferindo esse estado amaldiçoado à dar fim a sua vida, agora que o Flagelo foi derrotado.

Viajante, estou interessado em ajudar bastante a galera com o RP por aqui, inclusive criar alguns tópicos com questionários, ferramentas, galerias de arte, e coisas assim. Quero saber se tenho permissão, do que preciso, e onde posso os criar.

Sofram bem.

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"Se sou fria e amarga como o inverno, é por que a primavera de minha vida foi arrancada de mim"

Eu sou uma pessoa legal, Drienna não. Se ela for uma bitch, saiba que a intenção nunca será estragar sua diversão. Me avise se isso ocorrer.
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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Viajante, o Cruzado em Dom Abr 07, 2013 3:00 pm

Drienna, criamos uma área no fórum para o RP.

Se for planejar um evento em off, aqui é o lugar. Se for instigar na forma de uma história, lá seria legal.

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Respeito: Cada coisa tem sua conexão com o mundo; Não maltrate o que você valorizaria se fosse seu.
Tenacidade: O mundo é grande demais para ser refeito em um dia; Perseverança gera força.
Compaixão: Você conquista mais iluminando as vidas alheias do que a sua própria; Ofereça ajuda sem pedir nada em troca, mas sem desvalorizar aquele que a recebe.

Um mundo melhor é minha felicidade. A tragédia alheia piora o mundo. Estamos todos ligados.

Esta é a essência da Luz Sagrada.
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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Askr em Qua Abr 24, 2013 6:24 pm

Pessoal,

Vou postar sobre alguns personagens, mas não de todos (estou criando coisas ainda)

Aliança
- Askr (worgen guerreiro nível 90): guerreiro amaldiçoado que participou da guerra civil e da defesa do reino de Guilneas contra a invasão dos renegados, expulso de suas terras, tendo perdido toda sua família e seu grande amor.

- Janice (humana maga nível 44): vinda de uma família tradicional de magos, viaja pelo mundo em busca de aperfeiçoamento e de um verdadeiro amor

- Kitosan (pandaren monge nível 32): Viaja pelo mundo levando seus ensinamentos de viver harmoniosamente, através da filosofia do Cajado de Madeira,

Horda
-Penne (Bruxa Elfa Sangrenta nível 90): Bela, sedutora e com grande sede de conhecimento e poder não mede esforços e ações para proteger aqueles com quem se importa

-Venatore (paladino Elfo Sangrento nível 15): nobre cavaleiro que acredita que ações valem mais que palavras, que não existe certo e errado apenas convicções e que nada é por acaso, tudo é fruto do destino.

Fiquem a vontade para interagirem quando separarem com alguns desses personagens.
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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Garou em Seg Maio 06, 2013 12:17 am

Aliança:

Garoü, Worgen Cavaleiro da Morte 90.
Ex-soldado a serviço de Arthas, conhecido por sua ferocidade em combate. Nunca questionou e sempre seguiu as ordens de Arthas, participando do Expurgo de Stratholme. Sua lealdade foi extrema, e ele foi premiado pelo Lich Rei a ser um de seus primeiros Cavaleiros da Morte. Após a libertalçao do controle do Lich Rei, tentou retornar a seu reino natal, Gilneas, apenas para ser amaldiçoado com a maldição Worgen. Garoü, nome dado pela própria Dama das Sombras Sylvannas Correventos após um combate, busca a redenção por seus atos no passado, procurando lutar em nome do que é certo, e tentando se manter no lado correto e justo do combate... porém sua sede por vingança contra determinaas criaturas de seu passado muitas vezes deturpa e nubla seus julgamentos. Garou é rude, e não demonstra sentimentos para ninguém além de uma certa elfa noturna que conheceu...


Sabre, Elfa Noturna, Druida 82
Após seu libertação das garras do Lich Rei e sua recuperação após contrair a maldição Worgen, Garoü decidiu que formaria um grupo de aliados afim de agir nas sombras, buscando sua vingança e outros objetivos ainda desconhecidos. Sozinho ele invadiu a Forja das Almas, na Cidadela da Coroa do Gelo, e libertou vários cativos, oferecendo-lhes um objetivo, um local para ficar, treinamento e proteção. Sabre, uma druida capturada pelas forças do Lich Rei, foi uma das libertadas. Recebeu treinamento para ser uma assassina invisível, e agindo junto com a ladina Rogue, é uma das armas a serviço dos ideais de Garoü, seja eles quais forem. Como ela mesmo diz, ela faz comunhão com as sombras, que são um dos aspectos da natureza...


Rogue, Elfa Noturna, Ladina 80
Vinte e Cinco Cavaleiros da Morte foram efetivamente mortos antes da Elfa Noturna sem nome, e apelidada de "Rogue", foram mortos antes dela ser capturada na Coroa de Gelo. aprisionada em uma emboscada ela foi torturada e seria transformada em Cavaleira da Morte pelo próprio Lich Rei. Porém a invasão de Garoü a Forja das Almas impediu este destino trágico.
Uma assassina nata, que admite gostar do que faz. Tem um temperamento explosivo, é cruel, capaz de se antecipar a qualquer ameaça que possa vir a surgir contra seu atual mestre, Garoü. Rogue não esconde seus sentimentos pelo mestre, e se ressente dele ter escolhido outra...


Sombra e Escuridão, Humanos, Cavaleiros da Morte, 74
Muitos Cavaleiros da Morte, logo após a libertação das garras do Lich Rei, viram que suas existencias não possuiam mais sentido. Alguns vagam pelo mundo até hoje, almas perdidas, sem propósito, arrependidos pelo
que fizeram no passado.Não foi o caso destes dois. Durante um tempo após a libertação dos cavaleiros da morte, as Terras Pestilentas Orientais foram palco de uma série de ataques ferozes. Sobreviventes relatavam que uma dupla de Cavaleiros da Morte estava atacando e dizimando vilas inteiras. E que nem mesmo as forças da Capela Esperança da Luz estavam tendo sucesso em pega-los.
Os cavaleiros da morte da Fortaleza de Ébano foram contatados para auxiliar. Ao saber da história, Garoü se ofereceu para investigar a situação. Mas seus interesses eram outros. Ele conhecia e se lembrava de uma história, contata por outros cavaleiros da morte antes e serem libertados. A história sobre dois irmãos, assassinos sanguinários, que abriram caminho até a Cidadela do Lich Rei, matando tudo e todos a sua frente, e pediram para serem transformados em Cavaleiros da Morte.
O Lich Rei ficou maravilhado com aquilo, e concedeu seu desejo, e os batizou como A Sombra e a Escuridão.
Garoü os caçou pelas Terras Pestilentas, até que encontrou o esconderijo deles, nas ruínas de Zul'aman. Eles não fugiram ou se esconderam, mas sim confrontaram Garoü.
O Combate durou dias, sendo testemunhado pela tribo de Trolls Amani, e gerando a lenda troll chamada "Guerra dos Leões". No fim, ferido e exausto, Garoü emergiu vitorioso, e os ataques na região cessaram.
Poucos conhecem esta lenda trollica da "Guerra dos Leões", mas ela termina com as seguintes palavras:

"... o rugido dos leões negros fez toda a floresta se agitar, porém foi o uivo do Lobo Negro que ecoou mais
alto, emudecendo as criaturas da floresta. Foi então que os leões se ajoelharam diante do Lobo, e o Lobo os
levou pelo caminho das sombras, onde sumiram os três..."



Master, Elfo Noturno, Monge, 63

A notícia de duas elfas noturnas a serviço de um Cavaleiro da Morte rapidamente chegou ao conhecimento da regente Tyrande. Enojada com esta idéia, a Senhora de Darnassus solicitou que a situação fosse investigada, pois as elfas deveriam estar sob algum tipo de dominação. Para isso, alguém neutro a situação, e de julgamento justo deveria ser enviado. Master, um dos primeiros Monges Elfos Noturnos, foi escolhido por sua serenidade e senso de justiça. Desde então Master vem seguindo os passos das elfas Sabre e Rogue, ainda sem sucesso algum em sua empreitada.



Shadöwmask, Humano, Bruxo 80
Toda informação sobre este humano é confidencial e apenas membros do alto escalão do AVIN (Agência Ventobraviana de Inteligência) tem acesso.

Garou

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

Mensagem por Garou em Ter Maio 07, 2013 2:13 pm

Horda

Shadowmask, Morto-Vivo, Bruxo 90
Relatório da AVIN:
Nome Real: Malak Draclaus Dullahan; Alias conhecidos: Feiticeiro das Sombras, Shadow Mask.
Há poucas informações disponíveis sobre o período onde esta criatura ainda era viva. Fora seu nome real, qualquer outra informação parece ter sido destruida intencionalmente. Relatos sobre a participação deste bruxo em eventos críticos para toda Azeroth são boatos... que não podem ser negados.
- Há informações que Malak (quando ainda era vivo) teve como mentor ninguém menos do que Medivh, porém nada nunca foi confirmado. -
- Malak teria sido o elo de contato entre o Grande Bruxo Gul'dan e Medivh, que resultou na abertura do Portal Negro e invasão pela Burning Crusade a Azeroth. -
- Há uma antiga história que fala que no momento em que Ner'zhul foi banido para Terralem, com a derrota da horda durante a Segunda Guerra, foi um bruxo humano "Envolvo em sombras", quem convenceu o demônio Kil'jaeden que Ner'zhul deveria ser poupado para servir a Burning Crusade... -
- Já como morto-vivo, é dito que ele teve participação tanto na criação da nova praga, empregada por Sylvannas, quanto no golpe que quase resultou na queda da Cidade Baixa. -
- Rumores no Geodomo relatam que um dos poucos seres que transitava entre o plano elemental e Azeroth era um Morto-Vivo, a serviço do Asa da Morte... -
- Após a destruição do Sino Sagrado, por Garrosh, e o posterior resgate do principe Anduin, os restos do poderoso artefato não foram mais encontrados. Várias informações afirmam que aparições de demônios, e de uma figura de sombras, agourenta, foram vistas no local... -
Nenhuma destas histórias pode ser confirmada. Esta criatura é considerada perigosa, tendo agentes infiltrados por todas as facções, ordens e grupos de Azeroth. Deve ser destruído assim que avistado, mas com extrema cautela, pois a extensão de seus poderes reais não é conhecida.

Cangacëiro, Orc, Caçador 90
"Terror do Espinhaço e dos Sertões de Azeroth". Cangaceiro é um dos Capitães de Garrosh, servindo com fervor e fúria, e caçando os inimigos do Chefe Guerreiro. É extremamente rude e violento, conhecido por amarrar prisioneiros capturados e arrasta-los vivos do ponto de captura até Orgrimmar. Tem um histórico de conflitos com o "Campeão da Horda", Rexxar. Os dois já combateram inúmeras vezes, com vitórias para os dois lados. Com o afastamento de Rexxar, Cangaceiro viu a oportunidade de lutar pelo título para si, sendo leal a Garrosh. Concorda com as idéias do Chefe-Guerreiro totalmente e foi enviado a Pandária com um objetivo: Exterminar qualquer fonte de resistencia, na Horda ou fora dela, que possa ameaçar os planos do Chefe Guerreiro.

Hullk, Orc, Guerreiro 90
"A Grande Fúria Verde", "Avatar da Violencia", "O Orc-Ogro". Hullk é uma criatura de enorme poder, capaz de dizimar batalhões inteiros durante seus acessos de fúria. É uma criatura reclusa, detesta a companhia de outras criaturas. Não tem conhecimento maior do que a arte de guerrear, e isso o torna uma peça fácil de se manipular... O que é feito pelo Bruxo Shadow Mask. Hullk, como o bruxo mesmo afirma, é "sua arma de destruição em massa, mais eficiente que a peste de Sylvannas." Quando não está em combate, Hullk pode ser encontrado em Feralas, geralmente entre as tribos de Yetis existentes naquele local.

Judhas, Elfo Sangrento, Paladino 88
Nem todos na Horda, ou na Aliança, deixam de notar que algo, ou alguém, está manipulando eventos sorrateiramente afim de ter seus próprios interesses saciados.
A Cruzada Argêntea é um dos grupos que notam algo errado. Judhas, um "Paladino Corrompido", foi escalado para a árdua tarefa de descobrir quem ou o que vem tecendo secretamente os rumos dos fatos em Azeroth. Carismático, este "Servo da Luz", movimenta-se com liberdade entre membros da Horda e da Aliança, criando pactos e alianças inusitadas. Judhas é ácido, sarcástico, debochado, e não esconde a que "Luz" é apenas uma ferramenta. Desdenha de todos os que são "Devotos" a Luz, e mostra que, caso devoção fosse o fator determinante, Elfos sangrentos jamais poderiam ter dominado essa "fé" para dobrar a "Luz" a seus própris ideais. Judhas, atualmente, está próximo de conseguir pistas sobre as mentes por trás dos eventos em Azeroth.
Sendo um agente duplo, sua posição neste xadrez é extremamente delicada... e ele adora isto.

Baldruk, Tauren, Shaman 87
Este shaman serviu por anos ao saudoso Cairne Cascosangrento, ensinando o jovem Baine nos caminhos da Mãe-Terra. Após a morte do Cehfe Tauren, Baine em pessoa entrou em contato com o Shaman, pedindo que agora lutasse por ele, não mais apenas como um instrutor, e sim como força determinante em Pandária. O "Dragão de Penhasco do Trovão", como é conhecido, aceitou. Baldruk não costuma falar muito, deixando que o ribombar do trovão e o lampejo do relâmpago falem por ele, calcinando seus inimigos. Atualmente ele estuda a corrupção causada pelo Sha na Floresta de Jade, e parece ter sucesso em desvendar alguns mistérios sobre esse poder estranho.

Garou

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Re: Chamado à Interpretação de Papeis (Roleplay)

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